Aprendi, desde criança, com a lida da lavoura. Existe o momento da plantação e a expectativa da colheita. Meus pais são agricultores e, há alguns anos, plantávamos algodão e feijão, o que demandava muita mão de obra na época da colheita. Quantas vezes vi meu pai acordado a noite toda, preocupado, pois não havia trabalhadores e a nossa roça de algodão estava pronta para a colheita. Branca como a neve, corria risco de perder peso e qualidade.
Hoje, olho para as cidades, as escolas, os hospitais e todos os demais lugares onde há pessoas como um campo branco para ser colhido, mas ainda faltam trabalhadores. Precisamos despertar pessoas, igrejas que levantem os olhos e vejam os campos. Gente que se prepare e se coloque à disposição para o trabalho, pois o maior resultado se dará quando tivermos o maior número de trabalhadores.
Fonte: Missões nacionais

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